Simplesmente Ciana

Dica para recuperar os cabelos de um corte químico



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Oi gente! Hoje eu vim falar sobre cabelos, mais precisamente sobre corte químico. Eu nem sabia do que tratava até sofrer um e confesso que fiquei a-pa-vo-ra-da. Você já ouviu falar? Sabe por que acontece?

O corte químico ocorre quando utilizamos químicas incompatíveis nos cabelos ou por excesso de processos químicos, como por exemplo alisamentos e colorações. O corte químico resulta em uma quebra agressiva do cabelo, ele fica elástico, áspero, sem brilho, com pontas duplas e pontinhos brancos, e também queda.

No meu caso não foi o uso de químicas incompatíveis, e sim o uso em um curto período de tempo de processos químicos. Eu fiz uma escova progressiva que escureceu as minhas luzes, de mechas loiras fiquei parecendo um mico leão dourado. Em seguida fiz uma matização que não resolveu, acabei ficando insatisfeita com o resultado e depois de uma semana eu quis refazer as minhas luzes pois eu acreditava que só refazendo seria possível voltar ao tom que estava. Então eu refiz as luzes, o cabelo ficou numa cor bonita, mas quebrou muito, ficou elástico e com o aspecto que eu chamo de “espigado”, ou seja, tipo palha. Eu quis consertar o cabelo de forma rápida por causa do evento que eu ia, fica difícil a gente ir em um lugar se sentindo mal com o cabelo, mas se arrependimento matasse era melhor eu continuar um mico leão dourado.

Olhem o cabelo como ficou horrível, a imagem abaixo o cabelo ainda estava com luzes, foi somente lavado e sequei com secador, não usei a prancha.

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Dá para perceber como o meu cabelo está danificado, parecendo uma palha, quando eu passo a prancha disfarça mas é aquela sensação de esticar um elástico grosso. Deixei sem passar a prancha para que pudessem ter a real noção do corte químico.

Depois do estrago, tudo que ouvi foi que não tinha uma solução imediata, só tratar do cabelo, esperar ele crescer e cortar a parte danificada, aí quase morri. Aí começou a minha busca louca, fiz hidratação e reconstrução em salões, mas não adiantou porque depois quando eu lavava ficava horrível. Comprei uma máscara de reconstrução indicada, e apesar de ser uma marca de uso profissional, foi dinheiro jogado fora porque o meu cabelo não absorvia, parecia que estava morto.

Eu parei de usar franja porque a parte da frente e no alto da cabeça foram as partes mais atingidas, era uma tortura toda vez que eu lavava, eu via cabelos caírem e quando secava era uma palha seca, acho que se riscasse um fósforo incendiava toda a casa.

Máscaras de hidratação não faziam muito efeito, pareciam que nas partes atingidas pelo corte o produto não entrava, o meu cabelo só ficava com brilho na parte que não sofreu o corte químico. Isso me dificultou fazer as resenhas dos produtos de cabelos que ganhei porque nenhum ia servir, não porque o produto era ruim, era o meu cabelo que estava tão ruim que não absorvia quase nada, e foi aí que conheci o meu salvador: o óleo de coco.

óleo de coco para tratar os cabelos

Poxa eu gastei horrores em tratamentos e produtos, e sinceramente pouco ajudou a melhorar a situação, aí pensei ah vou testar, se for ruim pelo menos é um produto barato, não vai doer tanto no bolso como os demais. Procurei o óleo de coco em uma farmácia de manipulação porque lá tinha mais variedade de marcas, claro que peguei o mais baratinho.rsrs Esse custou R$ 13, 90. 

O óleo de coco  extra virgem é um produto 100 %  natural e não tem contraindicações. Segundo a embalagem, o óleo de coco é rico em gorduras que favorecem o esvaziamento do estômago ajudando na digestão e função intestinal, auxilia no emagrecimento, reduz o mal colesterol, aumenta o sistema imunológico, tem ação de antienvelhecimento, melhora o funcionamento da tireoide, auxilia no tratamento de diabéticos, funciona como um condicionador natural para a pele e cabelos.

E aí como usar nos cabelos? Vamos usar para fazer a umectação! A umectação não é nada além de um banho de óleo, é a mesma coisa, só tem o nome diferente. Bom eu testei de muitas formas, fazendo a umectação noturna e retirando no dia seguinte, fiz de dia, deixei mais e menos horas, mais e menos quantidade de óleo, esfreguei o óleo nas mãos para que o atrito aquecesse o óleo, e cheguei até usar na raiz para massagear o couro cabeludo e ver se depois a raiz não ia ficar oleosa demais.

Eu não senti diferença em friccionar o óleo nas mãos, mas quanto mais tempo deixar no cabelo é melhor, mas acho um pouco incômodo usar a noite e dormir nos cabelos, mas essa foi a forma que mais teve resultado, creio que não foi por causa do período e sim do tempo que fiquei com óleo, porque quando deixei o mesmo tempo no período diurno foi a mesma coisa. Não gostei de usar na raiz, demorei mais tempo para retirar o produto e mesmo assim ainda fiquei com a sensação de ainda ter óleo na raiz. Muita quantidade só dá mais trabalho para retirar, não é a quantidade que é primordial e sim o tempo e a maneira que passamos. Usei o óleo com o cabelo seco e sujo, sinceramente não vejo o porquê fazer umectação com o cabelo limpo. Se alguém faz assim me diz o porquê, se faz alguma diferença.

Então depois de muitos testes essa foi a melhor forma de fazer a umectação para mim. Vou passar para vocês.

MODO DE FAZER A UMECTAÇÃO:  Com os cabelos secos, separe os cabelos em pequenas mechas. Coloque uma pequena quantidade de óleo de coco na palma das mãos e passe no comprimento dos cabelos, enluvando-os. Coloque mais óleo quando sentir que seja necessário, enluve bastante cada mecha. Depois coloque um saco plástico na cabeça, e em seguida uma touca metalizada.Se conseguir fazer a umectação noturna é melhor, caso contrário deixe agir por no mínimo 8 horas. Lave os cabelos com o shampoo, repita o processo se for necessário para retirar qualquer resíduo de óleo, e finalize como desejar. 

Você irá sentir a diferença na primeira vez que usar, o cabelo fica macio, com brilho e absorve melhor qualquer produto que você colocar.

Depois de tudo que passei eu resolvi que queria voltar a ter os meus cabelos no tom natural, também não tenho nem tempo e nem dinheiro no momento para manter minhas luzes, então eu pintei os cabelos de castanho escuro, só que como estava ainda com as luzes, conforme eu fui lavando desbotou um pouco, o que é natural para quem tem partes mais claras. Eu continuei a fazer a umectação no mínimo 2 vezes por semana. Olha como ficou!



Embora a foto anterior eu ainda estava com a luzes dá para perceber que melhorou bastante, o meu cabelo diminuiu a queda, ficou brilhoso, os fios ficaram alinhados, e agora ele absorve as máscaras, o que não estava ocorrendo. Essa imagem eu fiz a umectação, lavei duas vezes com shampoo para retirar todo o óleo, em seguida usei uma máscara por 3 minutos no banho, passei um termo protetor e sequei com o secador. O cabelo não está pranchado. Os fios em pé, foram os fios que quebraram, passando uma pomada modeladora disfarça. 

O óleo de coco que usei foi da Néctar Derivados de Mel e Gêneros Alimentícios Ltda, como eu disse era o mais em conta, agora que vi que realmente funciona, irei em breve testar outras marcas para que possa fazer uma comparação.

Sei que aos poucos meus cabelos irão voltar a ser saudáveis, muitas vezes são pequenas coisas que fazem a grande diferença, estou fazendo uso da umectação e de boas máscaras de tratamento. E em breve irei começar o meu cronograma capilar. Para recuperar totalmente leva tempo, mas não posso negar o milagre que esse óleo fez na minha vida.

E aí alguém já fez umectação com óleo de coco? Fazem com outro tipo de óleo? Me contem!
Até o próximo post!
Beijinhosss 






Este post faz parte da Blogagem Coletiva Relâmpago do Grupo Interative-se!







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TAG - Por que e para que eu me tornei Influenciadora Digital? #ProjetoDreamsHouse


Oi gente! Eu voltei para responder essa TAG muito especial. Sim ela é hiper, mega especial pois é a TAG que faz parte do Projeto Dreams House, idealizado pela querida Val Rodrigues que se reuniu com Chayene Martins, Paulla Macedo, Day Villas Boas e Luiz Henrique para organizar esse projeto lindo. O projeto também  conta com as madrinhas: Jaqueline Fernandes, Glaucia Sioli, Amanda Morbeck, Andressa Chaban, Leandra Lívia, Carolina Carvalho e Fernanda Monteiro.

Mais o que seria esse projeto? Ah é a Casa dos Sonhos, onde os selecionados irão passar um final de semana com esse time de influenciadores digitais, trocando ideias, interagindo, aprendendo e gerando conteúdo. Não é maravilhoso? Se vocè é blogueiro, youtuber ou instagrammer e quer conhecer mais sobre o projeto é só acessar Projeto Dreams House.


TAG - Por que e para que eu me tornei Influenciadora Digital?




Ai Senhor! Que pergunta difícil de responder. Me faz lembrar de tantas coisas... Bom, tudo tem um começo, não é? Então senta que lá vem história. rsrs

Eu nunca gostei muito de língua portuguesa, sempre fui péssima em interpretação de textos, na verdade eu nunca concordei em ser limitada na minha percepção sobre o texto, tenho uma imaginação muito fértil e acho que questões objetivas demais não combinam com a minha mente, pelo menos quando se trata de textos. Por incrível que pareça eu prefiro os números, quase cursei matemática e acabei optando por ciências contábeis. Parece um pouco contraditório para alguém que escreve falar essas coisas, mas é verdade.

Eu comecei a escrever poesias no início da adolescência e quase no final da mesma parei de escrever, joguei tudo fora, inclusive meus diários. Fiquei realmente muito tempo sem escrever nada, nem lembro nem o porquê. E com a chegada da internet na minha vida passei a escrever alguns pensamentos no falecido orkut e depois no facebook, e isso me causou muitos transtornos porque algumas pessoas pensavam que eram indiretas. As pessoas não entendem que nem tudo o que escrevemos é sobre nós e sobre elas.

Eu tive três páginas antes da fanpage do blog, mas somente na segunda e na terceira publiquei alguns poemas e pensamentos, já que a primeira era sobre make e produtos que eu vendia na época  que eu era representante de uma marca até então desconhecida, mas que hoje todos conhecem. Eu conheci muitas pessoas do mundo da fanpage e com o passar do tempo fui me estressando com a busca excessiva de likes, fsi, grupos. Existia uma pressão muito grande para estar no topo, estar em grupos, e eu já não estava bem devido a síndrome de pânico, me senti sufocada e larguei tudo.

E aí voltei a postar algumas coisas no meu facebook e depois de alguns ataques que sofri, onde "colegas" que estavam no meu facebook me vigiavam, e qualquer coisa que eu postava passava a ser a tal indireta, eu não tinha o direito de opinar, de discordar de nada, eu simplesmente excluí todos e entendi que o facebook era pequeno demais para os meus pensamentos, eu precisava de algo que pudesse guardar um pouco do que eu sentia e então decidi fazer o blog em 2015. O blog, na época o Pilateando Sonhos,  passou a ser o meu refúgio, a minha válvula de escape, a fuga de uma assédio velado que durante anos sofri. Eu não fiz o blog pensando em ter seguidores, em ser famosa, eu só coloquei o botão de seguir muitos meses depois, a pedido de uma leitora.

Eu fiz amizades na blogosfera, e incentivada por um grupo muito querido, a Confraria dos Blogueiros Escritores, hoje Confraria dos Blogs Autorais, eu comecei a escrever outros gêneros, além das poesias. Depois de um ano o nome do blog não fazia mais sentido, surgia então o Simplesmente Ciana, e tive a certeza que o meu refúgio não era mais a minha redoma, eu saí do casulo e bati as asas.

O blog teve alguns hiatos devido aos meus problemas de depressão, ansiedade, pânico, e o auge do assédio no meu trabalho. Até que iniciei  a minha terapia e durante as sessões eu percebi que algumas pausas eram necessárias para que eu pudesse ter fôlego e nadar no mar revolto. E às vezes era preciso deixar que a marola me levasse até a beira da praia.

No pouco tempo de blogosfera eu vi o bem e o mal, coisas que me deixavam muito feliz e outras que me entristeceram. Acabei usando isso como uma forma para lidar com esses opostos, exercitar uma forma de não me deixar abater porque eu não posso controlar o outro, mas posso aprender a me controlar e só deixar que o bem faça morada em mim. Então toda vez que percebia alguém se desfazendo de mim porque eu não tinha muitos seguidores e nem condições de estar em muitos eventos e muito menos com a roupa da moda, o cabelo perfeito, não tinha a câmera melhor e nem as amizades influentes no meio, eu pensava não são essas coisas que irão fazer eu desistir.

Hoje em dia, embora o blog ainda tenha como foco os meus textos autorais eu não considero um blog literário e sim um blog de variedades pois além dos meus textos, posto resenhas e abordo alguns temas do universo feminino. A minha plataforma é o blog, eu gosto de escrever, é a rede que mais me identifico. Entretanto, o canal é um projeto para futuro, é algo que não sei se combina comigo mas eu tenho vontade de me aventurar futuramente.

O porquê já foi contado mas o para que está sendo construído aos poucos, sei que muitas coisas estão por vir. Eu me considero criadora de conteúdo, compartilho o que eu uso e os meus textos tocam algumas pessoas, e  para mim não há nada que seja maior do que tocar o coração de alguém.


👀Minhas redes:
Instagram 💗  Google+  💗Youtube(Projeto Futuro)

E aí o que vocês acharam do Projeto Dreams House? Alguém já passou por alguma situação que relatei? Dá uma passadinha para conhecer o projeto, os organizadores e as madrinhas. Muita gente boa!!!

Beijinhosss

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Memorialices

Luana de Souza


Meus cachos não pesam a loucura e nem me divide, embora eu tenha metades. Vejo o colorido, mas confesso que o amarelado me atrai, o antigo me persegue. Talvez eu nem seja desse país, pode ser que eu seja do País das Maravilhas, e que a toca do Coelho seja a janela do meu quarto.

Sem portas fechadas, sem chave dourada, apenas a cortina da minha janela. Posso me permitir encolher ou crescer, sem rótulos, sem padrões. Exercitar a minha imaginação, escurecer em mim e conversar com as estrelas. Até que me pego adormecendo acordada em Alice, em algumas versões de mim mesma e tentando decifrar meus próprios enigmas.

Sou incomum, às vezes flutuo sobre as águas e outras me encontro num mar revolto. Meu gosto peculiar pode parecer estranho, mas não sou muito do plural, e sim do singular, então não costumo me encaixar para ser aceita em algum lugar. Alguns conselhos precisam ser ignorados, ao ponto de me encontrarem deitada de bruços lendo um belo livro enquanto as vozes não se calam. Alguns confrontos são inevitáveis e as frustrações também.

Embora pareça contraditório sou um ser mutante de partes imutáveis, algumas coisas eu mudo por querer e outras mudam sem eu perceber, quando dou por mim a metamorfose já foi concluída. Começo a me adaptar ou simplesmente transito pelos dois reinos em que me encontro: real e imaginário.

Bato as asas como as mariposas, repouso na tranquilidade e carrego simbologias nem sempre encantadoras, afinal, eu e minhas monomanias caminhamos lado a lado, e quem vem chegando pode se assustar com esse contraste.

Não gosto muito de espelhos, talvez ainda não tenha chegado o tempo para outra viagem. Não vejo através deles até este momento, por enquanto o que me interessa são as lentes dos meus óculos e da minha câmera fotográfica. Através das minhas lentes vou em outros mundos além do meu, escuto no silêncio e conto a minha história.

As minhas memórias são reais e fantasiosas. São memorialices, parte Luana, parte Alice. Ando por aí e por aqui escrevendo, tudo de próprio punho pois assim acho que as letras possuem mais os meus sentimentos. Algumas letras são ilusórias, parte do meu mundo mágico, mas peço somente um favor.  Se encontrarem alguma garrafa com um pergaminho dentro, faça exatamente como está escrito no rótulo: leia-me. Terei enorme prazer em recebê-los para um chá às cinco da tarde.






Este texto foi classificado como uma crônica poética pela querida Sheila Ribeiro Mendonça, que gentilmente atendeu o meu pedido diante da dúvida da classificação do mesmo.
Esta crônica poética é uma homenagem à Luana de Souza do Blog Memorialices, o blog está completando três anos de existência. Luana é uma menina talentosa e muito querida. É uma menina linda por fora e por dentro, com uma sensibilidade admirável. Quem me conhece sabe que eu não ia escrever sobre alguém que não admiro. O universo de Alice do País das Maravilhas é o universo de Luana, e serviu como inspiração para o texto, assim como a sua página about. 
Espero que tenham gostado, e também visitem o Blog  Memorialices.


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